Para ela não ficar se sentindo isolada sob meu dedo acusatório, meu marido é outro que não larga do diabo da plataforma. Curiosamente, eles são muito bons em separar rostos reais de rostos criados por IA —mas consistentemente acham que o rosto gerado por IA é o humano. Ao contrário, indivíduos com O alta são consistentemente bons em fazer a distinção e identificar como tal o rosto gerado por IA. Ou, quem sabe, sair do Facebook e conversar com pessoas de verdade, que os seus sentidos atestam que são reais. Pelo menos os cães dinamarqueses bobões adoráveis que meu marido segue no Facebook provavelmente ainda são reais.