“O que se apura, o que se investiga não são críticas, não são ofensas. O que se investiga são ameaças graves feitas, inclusive, na Deep Web, como foi já investigado pelo próprio ministério público de São Paulo”, argumentou. Moraes foi questionado sobre se o processo não teria de ocorrer de forma inversa: primeiro haver a constatação de que se tratava de fake news para apenas depois impedir a circulação das informações pela revista. “Então, naquele momento, havia uma informação oficial - que não era nem sobre a validade ou não do documento, mas sobre a própria existência do documento”, argumentou. “Como eu coloquei na minha decisão, ou foi um exercício de futurologia – pela matéria, já dizendo que já estava na Procuradoria e a PGR nem tinha conhecimento – ou alguém vazou.
Source: O Estado de S. Paulo April 22, 2019 14:32 UTC