Nesse papel, vem se inquietando com o estrago que o juro alto provoca nas empresas que se financiaram com taxa Selic a 2% ao ano e hoje convivem com juro básico de 15%. Avalia que mudanças microeconômicas deveriam ter alterado os cálculos usados para projetar indicadores macroeconômicos como inflação, juro e câmbio. Temos uma taxa de juro real (descontada a inflação) altíssima, sem qualquer reação no mercado de trabalho. Isso faz com que boa parte do resultado financeiro das empresas esteja indo para pagar juro. Vai ter de financiar, e quando tem aumento de oferta de títulos, o preço cai, o que exige juro mais alto.
Source: Zero Hora February 16, 2026 19:38 UTC