Também foram presos tenentes, subtenentes, sargentos, cabos e soldados. Durante as investigações, a Polícia Civil informou que encontrou dificuldades para conseguir as informações “devido à postura apresentada pelo comando da Polícia Militar, com negativas de cunho protelatório, visando proteger os representados”. Ao todo, foram seis inquéritos que apuraram seis supostos “confrontos” idênticos entre os anos de 2017 e 2020, resultando nas mortes de 24 pessoas. Por meio de nota, a corporação afirmou que os alvos da operação possuem boa reputação institucional e criticou a exposição considerada abusiva. O comandante da Polícia Militar de Mato Grosso, Jonildo José de Assis, defendeu os militares, alegando que todos estavam atuando em defesa da sociedade.
Source: Folha de S.Paulo April 03, 2022 11:41 UTC