Com isso, o preenchimento de sua vaga no Supremo pode ter sido antecipado em um mês. A competência privativa do presidente da República de indicar um nome para determinado cargo não significa autorização para agir arbitrariamente. Ou seja, o respeito à Constituição é incompatível com qualquer tipo de transigência na aferição dos dois requisitos para o preenchimento de uma vaga no Supremo. Desde o início do governo, o presidente Bolsonaro já mostrou ter dificuldades de compreensão sobre a escolha e o papel de um ministro do Supremo. Também já manifestou o desejo de que o futuro ministro do Supremo defenda na Corte o governo.
Source: O Estado de S. Paulo September 30, 2020 06:00 UTC