Caso as vacinas Coronavac e Oxford tenham sua eficácia reduzida contra as novas variantes do coronavírus em circulação, o processo de adaptação dos imunizantes a essas cepas deverá durar cerca de dois meses, segundo relataram ao Estadão cientistas envolvidos nas pesquisas. O objetivo é checar se há maior número de casos da doença entre infectados pelas novas variantes. O Butantan firmou uma parceria com cientistas da Universidade de São Paulo (USP) para acelerar os testes de eficácia da Coronavac contra a cepa P.1. Pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical (IMT-USP) vão fazer o sequenciamento genético de amostras de participantes do estudo clínico da Coronavac no Brasil infectadas pelo coronavírus. A Sinovac, por sua vez, realiza testes de eficácia da Coronavac contra as variantes britânica e sul-africana.
Source: O Estado de S. Paulo February 20, 2021 18:56 UTC