Por outro lado, na cúpula, há o pragmatismo de que hoje Lula é o favorito para vencer a eleição. Por outro lado, dizem que não acreditam haver óbice institucional algum numa eventual relação, e que Lula tem compreendido os sinais de fumaça que vêm da caserna. Já no de Barra Torres, que enfatizou em sua nota cobrando que Bolsonaro ou recuasse, ou se retratasse, a situação ficou algo em aberto. Tanto foi assim que, na sequência dos dois episódios recentes, ele se reuniu com Bolsonaro, que afirmou estar tudo bem na relação com sua antiga casa militar. O apoio e a bancada que será eleita mesmo que Bolsonaro patine abaixo dos 20% no primeiro turno podem ser suficientes, sem carregar o eventual caixão político do presidente de forma tão explícita.
Source: Folha de S.Paulo January 15, 2022 13:28 UTC