Mas especialistas também ressaltam que o antipetismo e o antibolsonarismo serão decisivos no pleito deste ano. A vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018 é creditada, principalmente, ao antipetismo, na esteira dos escândalos de corrupção que atingiram a imagem do partido. Na Câmara, o líder do governo, Ricardo Barros (PP-PR), acredita que, ao começar a propaganda política, a rejeição a Bolsonaro vai cair. Aliados de Bolsonaro comentam que o candidato que concorre à reeleição não será o mesmo do primeiro ano de mandato. “Creio que Lula, para driblar o antipetismo, que hoje é menor do que foi em 2018, está se aproximando de (Geraldo) Alckmin, que é um político com longa trajetória.
Source: Correio Braziliense February 21, 2022 22:11 UTC