Quase meio século depois se tornar um símbolo do horror dos confrontos no país asiático, quando tinha apenas 9 anos, ela pode agora sentir os carinhos de seu neto, segundo a sua médica. O napalm lhe causou queimaduras de quarto grau cozinhando a carne e os músculos, fundindo-os com os ossos. Phan Thi já havia se convencido a viver com dor, até conhecer o tratamento, que lhe trouxe de volta a esperança. Após ouvir a história da “menina do napalm”, a médica Jill Waibel, do Instituto de Dermatologia e Laser em Miami, decidiu não cobrar pelo trabalho. Sempre pensei que o alívio só viria no paraíso, mas agora a terra tornou-se o meu paraíso — comemorou.
Source: O Globo January 12, 2017 14:29 UTC