No testemunho, ela diz que foi torturada pelo coronel Ustra e que ele levou a filha dela, de cinco anos, para vê-la após uma sessão de sevícia. “O momento de maior dor foi o Ustra levando os meus dois filhos na sala de tortura, onde eu estava nua, vomitada, urinada”, disse Amelinha no programa eleitoral. O programa repercutiu nas buscas do Google, que registrou um aumento repentino na procura do nome do militar reformado. O argumento vencedor foi o de que para o exercício pleno da função de deputado federal, os parlamentares são invioláveis civil e penalmente quanto às suas opiniões. Durante as sessões da Comissão de Ética, Jair Bolsonaro disse que Ustra era um herói brasileiro.
Source: Folha de S.Paulo October 18, 2018 16:18 UTC