O número de apreensões é crescente desde 2015 no porto paulista, responsável por cerca de 30% do comércio exterior nacional. Bolsas de viagem e mochilas são o meio mais comum para o embarque da droga em Santos, por serem mais fáceis de serem colocadas e retiradas dos contêineres. As câmeras auxiliam a fiscalização remota, feita por agentes a partir da base da Receita. Os meses com maiores movimentações foram janeiro, quando foram interceptadas 3 toneladas da droga, e outubro, com 2. Na maior parte das vezes, ele aponta, o exportador nem sabe da existência da droga na carga.
Source: Folha de S.Paulo December 29, 2019 15:00 UTC