A justiça argentina responsabiliza o Irã e o movimento libanês Hezbollah pelo atentado contra a mutual judaica AMIA, em 1994, que deixou 85 mortos e centenas de feridos. A decisão do presidente argentino visa "garantir a integridade, a vida e a liberdade dos habitantes do território nacional", diz o comunicado. O dispositivo implica, ainda, o monitoramento da situação no Oriente Médio, em cooperação com agências internacionais, "a fim de assegurar a detecção imediata de possíveis riscos ou ameaças contra a segurança nacional". A justiça argentina acredita que houve vínculos entre este grupo militar e o atentado realizado com um carro-bomba contra a AMIA. A justiça argentina impulsiona a realização de um julgamento à revelia contra dez acusados iranianos e libaneses.
Source: Zero Hora March 01, 2026 04:28 UTC