O ajuste se deu na piora do superávit primário, que passou de 11,2% para 3,3% da RCL. Assim, o superávit primário de 2014, de 3,3%, transformou-se em déficit de 0,4% da RCL em 2016. Outro fato importante, no biênio 2015-2016, foi a queda da RCL, da ordem de 4%, em termos reais, na esteira da recessão econômica do período (queda do PIB de 6,2%). O desempenho da arrecadação permitiu até recuperar parte dos cortes de investimentos verificados em anos anteriores, e esse agregado subiu de 4,3% para 6,6% da RCL de 2017 a 2019. Essa tarefa envolve controlar os gastos de pessoal, aprimorar as regras previdenciárias e cuidar da evolução da dívida.
Source: O Estado de S. Paulo November 30, 2020 06:00 UTC