A entidade obrigou o uso do material da Asics, conforme ofício (número 008/2021), enviado em 19 de maio pelo departamento jurídico da CBV. Houve quem procurasse a opinião de advogados, que consideraram que a obrigatoriedade não era uma exigência legal. Confrontada, a CBV realizou uma reunião com a empresa de produtos esportivos para resolver a questão e, nesta quarta-feira (26), liberou o uso de tênis de outras marcas. Na temporada de 2019, antes de a pandemia de Covid-19 afetar o calendário, a CBV pagou R$ 3,7 milhões pelo desempenho na Liga das Nações. Esta última foi fornecedora de material esportivo nos Jogos de Sydney-2000, Atenas-2004, Pequim-2008 e Rio-2016.
Source: Folha de S.Paulo May 26, 2021 23:07 UTC