São PauloSe você se frustrou (ou ficou feliz) com a recuperação de Jair Bolsonaro, saiba que a situação ainda está longe de resolvida. Um estudo sul-coreano de 2019 com 550 pacientes de pneumonia aspirativa, a moléstia que levou o ex-presidente à UTI, mostra que a mortalidade um ano após o evento atinge 49% e vai a 76,9% após cinco anos. A pneumonia aspirativa é hoje vista pelos médicos como um marcador inequívoco de vulnerabilidade, especialmente para idosos. Numa daquelas ironias da história, o sujeito com histórico de atleta que nada sofreria com a Covid-19 é agora oficialmente um idoso frágil. Como já disse aqui, não é Bolsonaro quem vai me fazer desistir do humanismo penal que sempre defendi.
Source: Folha de S.Paulo March 20, 2026 19:28 UTC