PUBLICIDADE Em 2027, é certo que o País vai precisar de um ajuste fiscal. No seu terceiro mandato, Lula não foi capaz de trazer estabilidade para as contas públicas — é bem verdade que o Brasil lida com um Congresso gastador e pouco disposto a qualquer tipo de ajuste fiscal. Com o arcabouço fiscal, a dívida bruta terá alcançado quase 84% no final do governo, o que marcará um crescimento de 12 pontos porcentuais entre 2023 e 2026. Agora, faltam nomes para assumir esse papel diante da perda de credibilidade com o rumo das contas públicas. Nos próximos quatro anos, num cenário de nova reeleição, se ele e o Congresso não enfrentarem o problema das contas públicas com um debate sério e profundo vão deixar um País não apenas mais endividado, mas sem um Orçamento capaz de oferecer um projeto de Brasil para as próximas gerações brasileiras.
Source: O Estado de S. Paulo December 29, 2025 16:39 UTC