O eleitorado feminino – que representa 52% do total de eleitores – se tornou uma barreira a Bolsonaro. Disse, por exemplo, que não vê problema no fato de mulheres ganharem salários menores do que os dos homens. O receio é de que a participação deles possa transmitir a ideia de “instrumentalização” eleitoral do ato. Marina tem usado, em suas redes, a hashtag #Elasim, em analogia ao movimento feminino espontâneo que já conta com a adesão de mais de 3 milhões de perfis no Facebook e contrário a Bolsonaro. Primeiro, porque pesquisas mostravam, antes de a candidata começar a cair nas pesquisas, uma liderança sua neste segmento.
Source: O Estado de S. Paulo September 26, 2018 10:06 UTC