A semelhança entre elas é que todas cumprem pena em prisões provisórias e sem condições adequadas para o público feminino. Uma grávida presa em Florianópolis revelou informalmente que não recebe atendimento médico há alguns meses e que esse trabalho tem sido desempenhado por um enfermeiro. Além disso, as grávidas que estão na unidade recebem a mesma alimentação das demais presas, que não conta com avaliação nutricional. As presas devem ser realocadas na medida em que os novos complexos forem inaugurados. A coordenadora de políticas para mulheres e promoção das diversidades do Depen, Susana Inês Almeida, reforça o fato de as unidades terem sido construídas para homens como obstáculo para humanizar espaços.
Source: Zero Hora August 21, 2017 06:48 UTC