São PauloDesde 2015, quando 1,5 milhão de postos de trabalho foram fechados, cerca de 3 milhões de pessoas perderam seus planos de saúde, de acordo com dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). “Plano de saúde é um produto altamente desejável, mas está estreitamente ligado às taxas de emprego e desemprego”, diz Marcos Novais, economista-chefe da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde). Contratos coletivos empresariais correspondem a 67% do total de planos comercializados, segundo a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar). Sem a retomada do emprego e do poder de compra da população, a expectativa de crescimento das operadoras ainda é baixa. Uma comparação: em 2017, foram feitas no Brasil 162 ressonâncias magnéticas para cada 1.000 beneficiários do sistema de saúde suplementar.
Source: Folha de S.Paulo May 31, 2019 05:03 UTC