No plano diplomático, as acusações também continuavam, desde que, na quarta-feira, Trump fez sua polêmica declaração, rompendo com décadas de diplomacia internacional e americana. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que quer se posicionar como arauto da causa palestina, afirmou que seu país "não abandonará Jerusalém a um Estado que mata crianças". Embora a mobilização popular não seja tão importante como se previa em uma questão tão explosiva como esta, as manifestações prosseguiam neste domingo. No Afeganistão, em Jalalabad, centenas de pessoas protestara queimando uma imagem de Trump aos gritos de "morte aos Estados Unidos, a Trump e a Israel". Um responsável militar israelense de alto escalão, o general Yoav Mordechai, advertiu que se os disparos de Gaza continuarem, Israel terá que responder de forma "dolorosa".
Source: Correio Braziliense December 10, 2017 16:18 UTC