Até a segunda metade do século 20, Santa Catarina era um jardim de tranqüilidade. Seu índice de assassinatos, segundo os medidores da ONU, era europeu, menor do que o da Lisboa de hoje: 1,2 homicídio para cada 100 mil habitantes. Dentro, imensa poça de sangue – e não era por abate de bovinos. Paulinho da Beija-Flor e Dênis da Rocinha, bandidos da vanguarda criminosa do tráfico carioca, viveram em mansões e hotéis de luxo em Floripa. ***Nesta era da intolerância, a mansa e querida Floripa de antanho não existe mais.
Source: Zero Hora August 22, 2017 04:52 UTC