As condições de sobrevivência destas pessoas, em sua maioria negras, que já eram bárbaras antes da pandemia da Covid-19, pioraram nos últimos dois anos. Para além da Covid-19, o Estado brasileiro já vinha restringindo a participação social e sucateando as políticas de prevenção e combate à tortura. Além disso, o Comitê Nacional de Prevenção de Combate à Tortura está desativado desde outubro de 2021. *Mateus Oliveira Moro é Defensor Público do Estado de São Paulo e representa a Associação Nacional de Defensoras e Defensores Públicos no Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. *Sylvia Dias é assessora jurídica sênior e representante da Associação para Prevenção contra a Tortura (APT) no Brasil.
Source: O Estado de S. Paulo January 29, 2022 17:29 UTC