Isso porque a oposição na Câmara, que reúne cerca de 130 votos, terá papel decisivo na disputa. Além da disputa pelo comando da Câmara, Bolsonaro precisará decidir a que partido se filiará no ano que vem. O mandatário avaliou que se expôs excessivamente ao chancelar nomes que não decolaram e que caíram no seu colo derrotas desnecessárias. Isso foi refletido numa parcela de apoiadores do presidente que decidiu adotar a neutralidade no segundo turno, como fez Eduardo Bolsonaro. O nome apoiado por Bolsonaro teve 22,82% dos votos válidos no primeiro turno, contra 31,36% do petista Dimas Gadelha.
Source: Folha de S.Paulo November 29, 2020 02:25 UTC