Dois estudos brasileiros premiados no Prêmio Octavio Frias de Oliveira avançam na validação clínica de biomarcadores que podem tornar mais precisos o rastreamento do câncer colorretal e a previsão de resposta ao tratamento do câncer do colo do útero. Rastreamento do câncer colorretal em Barretos e BebedouroO estudo do Hospital de Amor avalia o uso de biomarcadores bacterianos no rastreamento do câncer colorretal no interior de São Paulo. O câncer colorretal (cólon e reto) deve se manter, entre 2026 e 2028, como o terceiro tipo mais incidente no Brasil, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), com estimativa de 53,8 mil novos casos por ano. Na primeira fase do estudo, premiado em 2025, os pesquisadores identificaram a bactéria Fusobacterium nucleatum como possível biomarcador associado a lesões precursoras e ao câncer colorretal. No Brasil, o rastreamento do câncer colorretal ainda não está estruturado como um programa nacional no SUS (Sistema Único de Saúde).
Source: Folha de S.Paulo April 11, 2026 15:03 UTC