Mas, segundo a Lava Jato, o verdadeiro objeto dos serviços foi o monitoramento pessoal de Daniele Paraíso que, além de funcionária do Senac, era recém-separada de Orlando Diniz. Em depoimento, o empresário Ivan Guimarães, pessoa próxima de Orlando Diniz, descreveu o ex-presidente da Fecomércio como alguém que imaginava conspirações e tinha uma ‘fixação muito grande na história da ex-mulher dele, Daniele’. Além de Wassef, a Lava Jato do Rio apresentou denúncia contra a sócia dele, Marcia Zampiron, o empresário Marcelo Cazzo, a advogada Luiza Nagib Eluf e Orlando Diniz. Após dois anos de investigação da FECOMERCIO, jamais fui intimado ou convocado por qualquer autoridade a prestar qualquer esclarecimento. As advogadas Izabella Borges e Maíra Fernandes, que defendem Luiza Eluf, acreditam que a Justiça do espetáculo pode causar infinitos danos ao país!
Source: O Estado de S. Paulo September 26, 2020 08:26 UTC