Diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Ilan Goldfajn destacou que o pacto é "pragmático e realista", com medidas combinadas para garantir a queda gradual na inflação do país. Além disso, o acordo prevê a redução em subsídios no setor de energia, mas "mantendo a proteção aos mais pobres". Chefe da missão do FMI na Argentina, Luis Cubeddu disse que o Fundo projeta inflação entre 38% e 40% na Argentina neste ano, com queda gradual adiante. Vice-diretora do Departamento do Hemisfério Ocidental, Julie Kozack afirmou que o déficit fiscal da Argentina também terá redução gradual, no âmbito do acordo, até ser zerado em 2025. Questionado, Goldfajn afirmou que tem "plena confiança nas autoridades da Argentina" sobre a possibilidade de aprovação do acordo no Congresso do país.
Source: O Estado de S. Paulo March 04, 2022 05:03 UTC