A história chegou à polícia após o filho de Agripina tentar resgatá-la. Em outubro de 2025, Agripina foi ouvida pelo MPT e confirmou ter sido mantida em regime análogo à escravidão. Quando a mulher de Niterói morreu, Agripina foi levada para trabalhar com outra mulher do mesmo núcleo familiar, na praia de Copacabana, zona sul do Rio. Quando essa pessoa também morreu, ela não parou de viver em regime análogo ao de escravo e continuou em Copacabana, trabalhando na casa do filho dessa mulher. Ao MPF, Agripina disse que não sabe ler e escrever.
Source: Folha de S.Paulo February 21, 2026 21:02 UTC