Em seu novo trabalho, o diretor faz um recuo pessoal ao início dos anos 1990 para retratar os gays parisienses do Act Up, grupo aguerrido de defesa de vítimas da Aids. "Não é um filme para passar uma mensagem", disse o diretor na entrevista coletiva seguinte à exibição do longa. "É para lembrar um grupo de pessoas que se uniram quando a epidemia provocava resultados trágicos e ninguém ousava falar dela." "Qualquer coisa pode acontecer num filme em que um macaco aparece num apartamento", diz Östlund. O filme é muito sobre isso."
Source: Folha de S.Paulo May 20, 2017 13:41 UTC