O caso também não teve desfecho judicial, e o Estado desistiu de enviar um projeto de lei para regulamentar o programa. Na época, uma empresa autorizada pelo Lar Legal cobrava das famílias um valor para encaminhar o pedido judicial de escritura pública, mas nunca emitiu o documento. Promotores apuraram que famílias pagaram em dinheiro à empresa Dias Moreira, na época credenciada pela Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação para atuar no Lar Legal. Estado tem dificuldadede apoiar municípiosApós as denúncias do golpe terem sido tornadas públicas, houve a promessa do Estado em buscar solução. O consenso entre as autoridades é que ainda há muito o que fazer na regularização fundiária.
Source: Zero Hora October 25, 2016 08:03 UTC