São PauloAtivistas da comunidade LGBT de São Paulo se mobilizam para impedir, em poucos dias, que uma travesti morta na madrugada de terça-feira (16) seja enterrada como indigente. ", diz o dono de um bar nas proximidades, que de acordo com ele já estava fechado durante a ocorrência. "E aí você não controla mesmo, porque é uma população que se sente representada por esse discurso." Beneficiária do programa de capacitação da prefeitura, a travesti Paula Dionísio da Costa, 40, diz que o clima é de tensão. "Agora se a gente sai de casa não sabe se volta.
Source: Folha de S.Paulo October 18, 2018 19:08 UTC