Esses movimentos estão sendo apontados como um dos principais fatores responsáveis por um recente surto de sarampo na Europa, onde mais de 7 mil pessoas já foram contaminadas. No Brasil, os grupos são impulsionados por meio de páginas temáticas no Facebook que divulgam, sem base científica, supostos efeitos colaterais das vacinas. O avanço desses movimentos já preocupa o Ministério da Saúde, que observa queda no índice de cobertura de alguns imunizantes oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS). A disseminação de informações contra as vacinas ocorre principalmente em grupos de pais nas redes sociais. O caçula, por exemplo, não tomou reforços da tríplice viral e a da poliomielite”, disse.
Source: O Estado de S. Paulo May 21, 2017 06:00 UTC