Nos grupos e canais monitorados pelo GLOBO, usuários trocaram "dicas" para driblar o bloqueio. O conteúdo alcança também grupos de CACs (caçadores, atiradores e colecionadores de armas), neonazistas, conspiracionistas e antivacina. O manual listava algumas técnicas que permitem também driblar canais banidos da Google Play Store e da App Store. As dicas abrangem diferentes cenários, como, por exemplo, se o bloqueio levar a uma remoção do Telegram da Play Store, se houver manipulação da DNS (Domain Name System, ou Sistema de nome de domínio) ou se os endereços de IP dos servidores do Telegram forem banidos. O GLOBO acessou, nessa versão alternativa do Telegram, canais de conteúdo onde circulam mensagens antissemitas, racistas, homofóbicas e transfóbicas.
Source: O Globo March 18, 2022 22:05 UTC