Já a 215, que operava na Estrada de Ferro Oeste de Minas, é ainda mais antiga, 1912, mesmo ano de fabricação da 9, que percorreu os trilhos da Estrada de Ferro Araraquara no passado. O custo para recuperar os carros de passageiros é menor, cerca de R$ 400 mil, em média. Em média, a associação faz a recuperação de um carro de passageiros por ano, fora a manutenção de locomotivas, que custa até R$ 600 mil. O orçamento anual da ABPF é de cerca de R$ 3 milhões, dos quais R$ 1 milhão são gastos só com as manutenções. O ideal seria ter receitas totais de R$ 3,6 milhões, conforme o diretor, para acelerar os restauros.
Source: Folha de S.Paulo December 30, 2019 16:18 UTC