De acordo com as diretoras do Hemosc, Denise Gerent; e do Cepon, Maria Tereza Evangelista Schoeller, não há mais como prosseguir com os serviços com a qualidade necessária. Ângela Bastos (interina)angela.bastos@diariocatarinense.com.brGerências do Hemosc e Cepon decidiram, nesta quarta, paralisar serviços de saúde importantes para a população. Qualidade comprometidaPara se ter uma ideia da gravidade, em média são realizadas 155 cirurgias eletivas por mês no Cepon. Outra decisão tomada é de não dar início a novos tratamentos no Cepon, assegurando a continuidade para pacientes em curso. A taxa de inscrição é uma lata de leite em pó, que será doada a instituições que atendem crianças carentes.
Source: Zero Hora July 21, 2016 12:51 UTC