O seu rendimento bruto seria de R$ 61 mil, valor muito superior ao teto constitucional que é de R$ 33,7 mil. O terceiro e último ponto é o total distanciamento da realidade por parte da ministra e a crença em privilégios no setor público. O pedido da ministra é inaceitável, mas um erro ainda maior é do presidente Temer que a nomeou e a mantém no cargo depois desse episódio. A falta de valores e princípios na busca por alianças e a ausência de compromisso com os eleitores é explícita. Em 2018 precisamos fazer escolhas conscientes para elegermos pessoas que privilegiem um ambiente onde os brasileiros possam ter oportunidades e liberdade, substituindo uma minoria oportunista que busca privilégios.
Source: Folha de S.Paulo November 06, 2017 12:33 UTC