Com a interrupção dos programas de acolhimento, a suspensão dos trâmites de asilo e os confinamentos da quarentena, os migrantes na Europa estão mais vulneráveis do que nunca diante da pandemia do novo coronavírus. O jovem está refugiado na Alemanha há cinco anos e só tem como documento de identidade um certificado provisório. A nível geral, a pandemia põe em cheque o sistema de asilo em toda a Europa, já que a União Europeia fechou suas fronteiras externas por 30 dias. "Há desinfetante para as mãos na entrada, mas nada mais", acrescenta a voluntária, que lamenta que agora estejam proibidas as visitas a estes estabelecimentos. Nesse sentido, Berlim reafirmou seu compromisso de cuidar de parte das 1.600 crianças que a UE deseja retirar dos campos.
Source: O Estado de S. Paulo March 22, 2020 16:52 UTC