Os valores já estavam previstos no orçamento das instituições, mas estavam contingenciados pelo governo federal, para redução de gastos. A universidade, no entanto, já havia adiantado a metade para saldar uma dívida de R$ 10 milhões com a Celesc, que integrava o rombo de R$ 40 milhões registrados pela universidade em julho. Na semana retrasada, reitores de todo o país se reuniram com o MEC para pedir aumento da capacidade de custeio e capital de investimento em obras estruturais. Segundo o reitor, o ideal seriam mais R$ 8 milhões para contratos de custeio até dezembro. Leia também:Endividada, UFSC recebe R$ 14,7 milhões do Ministério da EducaçãoRecursos liberados para UFSC cobrem somente 35% do rombo na instituição
Source: Zero Hora October 26, 2016 08:14 UTC