Os promotores querem detalhar como ele pagava despesas pessoais, como o plano de saúde, a compra de um apartamento em Copacabana e os acessos frequentes a um cofre bancário. Também chamou a atenção dos investigadores a compra de um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio, em 2009. Segundo o parecer, Carlos declarou ter adquirido o imóvel por R$ 70 mil — montante considerado muito abaixo do valor de mercado à época para o bairro. O MP, no entanto, considerou na ocasião não haver indícios suficientes para acusar o próprio Carlos pela prática de crimes. Carlos renunciou ao mandato de vereador no Rio em dezembro, para preparar uma candidatura ao Senado por Santa Catarina.
Source: O Globo February 26, 2026 01:28 UTC