Esta é a primeira vez que a corte de Haia julga um caso de destruição cultural como um crime de guerra. — Este é o primeiro e último ato ilícito que vou cometer — afirmou Mahdi ao tribunal. — Eu me arrependo pelo que causei à minha família, à minha comunidade em Timbuktu e o que fiz com a minha nação Mali. É também a primeira vez que um militante islâmico se senta no banco dos réus do TPI e a primeira vez que um suspeito se declara culpado na corte. Escombros de um mausoléu destruído por militantes islâmicos em Timbuktu, no Mali - Joe Penney / REUTERS
Source: O Globo August 22, 2016 11:47 UTC