Em depoimento à Procuradoria-Geral da República no âmbito de sua delação premiada, o empresário Joesley Batista disse que em 2016 chegou a pedir para um preposto do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que ‘pelo amor de Deus ele parasse de pedir dinheiro’. Logo depois começou (sic) as investigações contra mim e eu chamei aquele amigo dele, Flávio, e pedi pro Flávio para pedir a ele para, pelo amor de Deus, parar de me pedir dinheiro”, disse Batista. O empresário relatou que já no ano seguinte à eleição, Aécio seguiu pedindo dinheiro com a justificativa de que era para arcar com dívidas de campanha. “Precisava de R$17 milhões e tinha um imóvel que dava para fazer de conta que valia R$ 17 milhões”, disse. Questionado por um procurador se se tratava de um superfaturamento do imóvel para justificar esse repasse de dinheiro, o empresário disse: “Sem dúvida.
Source: O Estado de S. Paulo May 20, 2017 09:56 UTC