De Tostão para Gérson, de Gérson para Clodoaldo, de Clodoaldo para Rivellino, de Rivellino para Jairzinho, de Jairzinho para Pelé, de Pelé para Carlos Alberto e de Carlos Alberto para o gol. O gesto bastaria para eternizar Carlos Alberto Torres como os capitães que o antecederam, Hilderaldo Luís Bellini e Mauro Ramos de Oliveira. Poucos jogadores se impuseram pela simples presença no campo de jogo como ele, líder entre líderes, capaz também de cometer maldades se preciso fosse. Carlos Alberto ficou inconformado, pediu para Pelé tomar providências, mas não aguentou esperar. Carlos Alberto batia um bolão.
Source: Folha de S.Paulo October 25, 2016 16:41 UTC