É um jogo de exercícios –a lembrar algumas das "miscelâneas" de Cortázar– com o leitor, que é induzido a completar as histórias ao seu gosto ou desgosto. Aos 41 anos, Zambra já é um mestre da forma. É muito diferente e ao mesmo tempo é uma continuação. De um livro a outro, você mudou e o mundo mudou. Para mim, um romance não tem mais valor que um ensaio ou um poema.
Source: Folha de S.Paulo May 20, 2017 05:48 UTC