O coordenador nacional do MBL, Renato Battista, assumiu a presidência do partido na capital paulista. Segundo a Coluna do Estadão, o vereador Rubens Nunes (Patriotas), que é um dos líderes do MBL, chamou de "golpe" a articulação entre o partido e Flávio Bolsonaro. Mas, se ficarem, vão ter de fazer campanha para o Bolsonaro", respondeu ao Estadão o presidente nacional do Patriota, Adílson Barroso. O comunicado da expulsão, assinado pelo presidente do partido no Estado, Hércules Marques de Sá, cita a "atitude beligerante" do vereador diante do presidente da República. Azevedo disse que a notícia era positiva e que vai continuar a criticar o presidente.
Source: O Estado de S. Paulo June 01, 2021 16:13 UTC