O atendimento às famílias da Raul Brasil deveria ser uma prioridade, mas está sendo tratado com muito descaso”, reclama. A reportagem da Folha esteve no início deste mês no Caps Alumiar, localizado a poucos metros da escola Raul Brasil, na rua Otávio Miguel da Silva. “O número de psicólogos da prefeitura continua o mesmo, apesar da grande demanda após a tragédia”, afirma. “E quando tento tocar no assunto [massacre], ele fica muito nervoso.”O garoto tem recebido apoio psicológico fora da escola, porque não consegue abordar a situação no ambiente escolar, conta Vânia. E não pode continuar assim”, segundo trecho de comunicado da comissão de pais da Raul Brasil.
Source: Folha de S.Paulo April 22, 2019 15:08 UTC