Elias negou o crime e disse que nem conhecia a criança. No julgamento desta quinta (7), segundo a mãe da Vieira, Eliana Silvestre, 53, isso ficou ainda pior. Pungirum afirmou ter pego Vieira em Ibiúna e o deixado em Cotia, mas o cabeleireiro mora e trabalha em Embu das Artes, também na Grande SP. Seu advogado pediu às operadoras de telefonia dados do celular para provar que Vieira e o marceneiro não se falaram no dia. As empresas de telefonia móvel ainda não informaram a localização do aparelho celular de Vieira que vai determinar onde ele estava.
Source: Folha de S.Paulo November 08, 2019 11:06 UTC