“Quando você lê aquele protocolo, é de gelar o sangue”, comentou Deborah Lipstadt, conceituada estudiosa do Holocausto. Mas então você olha a lista dos países e o número de judeus que eles planejaram matar. Algumas diziam temer que a mansão pudesse tornar-se um local de peregrinação de velhos nazistas; outras sugeriam que o edifício fosse demolido, “para que não reste nada desta casa de horrores”. Sobre sua mesa de trabalho ele fixou um bilhete para si mesmo, escrito em hebraico, sobre os seis milhões de judeus massacrados pelos nazistas: “Lembre-se! “Aproximadamente 11 milhões de judeus serão levados em consideração nesta solução final da questão judaica.”Em seguida o documento passou a explicitar com detalhes que forma assumiria essa solução final.
Source: Folha de S.Paulo January 22, 2022 17:44 UTC