Witzel refutou informações da revista “Veja”, que reproduziu uma troca de mensagens de WhatsApp entre os dois em que Witzel disse a Azenha: “Você me representa”. O advogado contou que ele foi um dos coordenadores de sua campanha no começo do processo eleitoral, o que Witzel também desmente. Segundo a “Veja”, Azenha – ex-advogado de Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, que já foi um dos maiores traficantes de drogas do Rio, e que o ajudou a fugir de cerco policial em 2011 – se filiou ao PSC na mesma época de Witzel. Após a divulgação do relacionamento entre os dois, de acordo com Azenha, ele foi bloqueado por Witzel no WhatsApp. A maioria dos motoristas autoriza que os militantes entrem no ônibus para colar propaganda eleitoral de Witzel no para-brisa, mas mesmo quem não concorda acaba tendo o ônibus "adesivado".
Source: O Estado de S. Paulo October 19, 2018 20:15 UTC