O chefe dos generais, presidente do país abençoado, também cuidou do fogo, pouco depois, em discurso na Assembleia-Geral da ONU. Nenhuma surpresa, portanto, quando o novo ministro se refere a homossexuais como produtos de famílias desajustadas e descreve a desigualdade como “problema do Brasil”, fora da responsabilidade de sua pasta. Mas desigualdade, segundo o ministro da Educação, é problema do Brasil. Problemas do Brasil – ou da maior parte dos brasileiros – nunca foram incluídos na agenda normal do Palácio do Planalto, desde janeiro de 2019. Devastação ambiental é história inventada por inimigos do Brasil.
Source: O Estado de S. Paulo September 27, 2020 06:00 UTC