– Pela dimensão econômica e pelo impacto social, exigem gestão técnica, governança rigorosa e responsabilidade fiscal, já que um RPPS equilibrado garante segurança ao servidor e estabilidade às contas públicas – afirma Hauschild. Em entrevista, o executivo explica como as novas regras impactam diretamente a gestão dos RPPS e destaca a importância da certificação e da profissionalização para a administração dos regimes. A norma também exige estrutura formal de governança, definição clara de responsabilidades e qualificação técnica dos responsáveis. Em conjunto, as duas regulamentações elevam o grau de profissionalização dos regimes próprios e tornam a qualificação técnica e os controles internos elementos centrais da gestão previdenciária. Essas exigências estão alinhadas às melhores práticas de governança e visam reduzir erros, melhorar a transparência e proteger o patrimônio dos servidores.
Source: Zero Hora February 27, 2026 21:05 UTC