"Não tinha nenhuma base sobre a qual construir, não havia socializado com jovens, com gente da minha idade", lembra. No entanto, afirma, esta "gente malvada é uma minoria ínfima". Não é ótimo para mim, mas tudo bem, se é o que querem". A sociedade precisa de "supostos monstros, como Wolfgang Priklopil, para colocar um rosto no mal que vive nelas", afirma em seu livro. Admite que é esquisito, mas explica que não quer vendê-la por medo de que o novo proprietário a converta em um "parque de atrações dos horrores".
Source: O Globo August 22, 2016 14:15 UTC